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Polícia Militar prende membros de facção criminosa por duplo homicídio em Cáceres

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Policiais militares do 6º Batalhão prenderam em flagrante dois membros de uma facção criminosa, nesta quinta-feira (15.5), suspeitos de participarem de duplo homicídio e na tentativa de um terceiro, em Cáceres (a 220 km de Cuiabá).

Segundo o boletim de ocorrência, as vítimas assassinadas são Jhonatan Oliveira Lopes e Mateus Bispo de Freitas, de 29 e 27 anos, que foram executados com disparos de arma de fogo nesta quarta-feira (14.5). Um homem, de 29 anos, foi socorrido com vida pelo Corpo de Bombeiros até o Hospital Regional de Cáceres. Seu estado de saúde não foi divulgado.

As vítimas estavam em uma conveniência no bairro Cavalhada II, quando foram surpreendidas pelos suspeitos, que estavam armados e efetuaram diversos disparos. Após o crime, os envolvidos fugiram do local. Diante da situação, os policiais militares intensificaram o policiamento na região e iniciaram as buscas dos envolvidos.

Com apoio da Polícia Civil, os militares receberam informações de que os suspeitos estariam trafegando em um veículo Gol às margens da MT-343. Após a abordagem, os suspeitos confessaram autoria do duplo homicídio e a tentativa de homicídio contra o terceiro.

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Os suspeitos confessaram que fugiram em um veículo modelo Creta e abandonaram o carro em uma área de mata. Além disso, eles apontaram a participação de outros quatro indivíduos, todos também integrantes de uma facção criminosa, que planejavam executar rivais.

A dupla apontou a localização da arma, que foi apreendida pelos policiais militares. Os dois suspeitos foram encaminhados à delegacia para registro do boletim de ocorrência e demais providências que o caso requer.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

Fonte: PM MT – MT

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POLICIAL

Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

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O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

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Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

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Veja fotos da operação 

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