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Polícia Militar prende dois faccionados suspeitos por homicídio em Cáceres

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Equipes do 6º Comando Regional da Polícia Militar prenderam dois homens faccionados, de 27 e 42 anos, suspeitos pelo homicídio que vitimou Victor Emanoel Leite Gonzaga, de 22 anos, nesta segunda-feira (30.6), em Cáceres. Com a dupla, a PM apreendeu uma arma de fogo e uma motocicleta furtada.

Conforme o boletim de ocorrência, durante a madrugada, a Polícia Militar foi acionada para comparecer em uma residência, onde um homem havia sido atingido por diversos disparos de arma de fogo. No local, testemunhas informaram que dois homens invadiram a casa e foram em direção a um quarto e efetuaram disparos contra a vítima.

Dentro do imóvel, os militares encontraram Victor Emanoel caído no chão com ferimentos decorrentes de arma de fogo, na região do tórax e cabeça. Uma equipe do Corpo de Bombeiros também compareceu ao local e constatou a morte do homem.

Diante da situação, as equipes policiais iniciaram diligências ao longo do dia e receberam informações de que os suspeitos estariam escondidos em uma residência, no bairro DNER. Ainda de acordo com a denúncia, no local estava uma motocicleta furtada.

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A PM foi até o endereço indicado e localizou uma motocicleta estacionada no interior da residência. Em checagem ao veículo, foi constatado a queixa de furto.

Ainda na casa, os policiais encontraram dois homens, em um dos cômodos. Os militares fizeram buscas na residência e localizaram um revólver de calibre 32 carregado com quatro munições intactas.

Questionados sobre o material encontrado e o envolvimento no homicídio, os suspeitos confessaram o crime. Um dos homens afirmou ter sido o executor do assassinato, enquanto o outro suspeito auxiliou na fuga, pilotando a motocicleta. Os suspeitos ainda disseram que a arma utilizada no crime seria um revólver .38, que teria sido entregue a outro criminoso.

Os dois homens receberam voz de prisão em flagrante e foram conduzidos para a delegacia de Cáceres para registro da ocorrência e demais providências.

Fonte: PM MT – MT

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POLICIAL

Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

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O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

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Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

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Veja fotos da operação 

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