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PRF realiza Operação de Segurança Viária e combate ao crime na BR-163 em Nova Mutum (MT)

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A Polícia Rodoviária Federal (PRF) realizou, entre os dias 26 e 29 de maio, uma operação de segurança viária e combate à criminalidade no perímetro urbano da BR-163, em Nova Mutum (MT). A ação teve como foco o reforço da fiscalização, especialmente de motocicletas, com o objetivo de ampliar a presença policial e reduzir condutas que colocam em risco a segurança dos usuários da rodovia.

Durante os quatro dias de operação, as equipes abordaram 356 pessoas e fiscalizaram 277 veículos. Ao todo, foram emitidos 261 autos de infração e 48 veículos foram removidos ao pátio por irregularidades relacionadas à circulação e à ausência de requisitos obrigatórios.

As fiscalizações também identificaram diversas condutas de risco no trecho urbano da rodovia, entre elas acessos irregulares, transposição de canteiro central, manobras proibidas e condução de veículos por motoristas sem habilitação, infrações que aumentam significativamente o risco de sinistros de trânsito e comprometem a segurança viária na região.

No enfrentamento à criminalidade, a operação resultou ainda na recuperação de dois veículos com registro de roubo ou furto e na detenção de um motorista por embriaguez ao volante.

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A intensificação das ações foi motivada pelos elevados índices de sinistralidade registrados no trecho urbano da BR-163 entre os quilômetros 580 e 640, em Nova Mutum.

Dados levantados pela PRF apontam que, em 2025, foram registrados 69 sinistros de trânsito no trecho, com 11 mortes. Em 2026, até o momento, já foram contabilizados 29 sinistros e 4 óbitos.

A análise técnica da PRF aponta que a maior parte dos sinistros registrados no trecho envolve automóveis e motocicletas, tendo como principais fatores os acessos irregulares à rodovia, manobras proibidas e condutas incompatíveis com a segurança viária.
A Polícia Rodoviária Federal reforça que operações de fiscalização e presença ostensiva são fundamentais para a preservação da vida, redução de sinistros e promoção da segurança pública nas rodovias federais.

Fonte: PRF – MT

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POLICIAL

Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

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O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

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Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

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Veja fotos da operação 

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