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Polícia Militar e Gefron apreendem 247 tabletes de cocaína avaliados em mais de R$ 7 milhões

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Policiais militares da Força Tática do 12º Comando Regional, 18º Batalhão e do Grupo Especial de Fronteira (Gefron) apreenderam, nesta segunda-feira (15.9), 247 tabletes de substância análogas à cocaína, pesando aproximadamente 260 quilos e um veículo, em Pontes e Lacerda (445 km de Cuiabá). Dois homens foram presos em flagrante suspeitos por tráfico ilícito de drogas. A ação gerou um prejuízo estimado em R$ 7,061 milhões.

Durante desdobramento da Operação Tolerância Zero e Protetor das Fronteiras e Divisas, os policiais militares receberam informações de que um veículo modelo VW Saveiro prata, estaria carregado com grande quantidade de entorpecentes.

As equipes reforçaram o policiamento no município e identificaram dois homens, em um veículo com as mesmas características apresentadas na denúncia, trafegando na Rua Javan Júnior, no bairro Bela Vista. Assim que o motorista percebeu aproximação dos militares, saiu em alta velocidade, dando início a uma perseguição policial.

Durante a tentativa de fuga, o condutor parou com o carro, e, dois homens, de 29 e 35 anos, tentaram fugir a pé, sendo abordados logo em seguida. Em busca veicular, foram localizadas oito sacolas de cor verde na carroceria do carro, contendo 247 tabletes de cocaína.

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Os suspeitos não apresentaram informações quanto a origem e destino dos entorpecentes. Eles, junto da carga, foram encaminhados à delegacia para registro do boletim de ocorrência.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar em qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, pelos números 190 ou 0800.065.3939.

Fonte: PM MT – MT

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POLICIAL

Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

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O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

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Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

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Veja fotos da operação 

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