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Polícia Civil resgata cães vítimas de maus-tratos e apreende frascos para lança-perfume

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Mais de 150 frascos para lança-perfume e outras substâncias foram apreendidos pela Polícia Civil, em Barra do Garras (509 km a leste de Cuiabá), na sexta-feira (14.04), durante averiguação de denúncia de maus-tratos de animais.

Os policiais civis da 2ª Delegacia de Polícia do Bairro São José, foram até a residência no bairro Nova Barra, para verificar a informação de que quartos cachorros estavam em situação de abandono.

No imóvel a equipe constatou que não havia morador, e ao abrir o portão foram encontrados três cães, sendo dois da raça Pitbull de médio porte, e um terceiro de pequeno porte que correu para fora da casa.

Os cães apresentavam sinais de maus-tratos, sem água e nem comida disponível para eles, razão pela qual foram resgatados. O terceiro cachorro que conseguiu escapar para fora da casa, fico sob os cuidados de um vizinho. Já o quarto cachorro e mais debilitado, conforme denúncia, não foi localizado no endereço.

Ato contínuo foi realizada busca no terreno e encontrado dentro de um banheiro desativado, 158 frascos para embalo de lança-perfume, aproximadamente 5 litros de Eter, agulhas, gás, borrachas de vedação, entre outros itens.

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Os moradores, um homem de 29 e uma mulher de 33 anos, foram identificados e responderão o inquérito instaurado pela Polícia Civil de Barra do Garças, para apurar os crimes de tráfico de drogas e maus-tratos a animais silvestres, domésticos ou domesticados.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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POLICIAL

Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

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O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

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Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

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Veja fotos da operação 

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