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Polícia Civil conclui inquérito do homicídio de pai e filha em Rondonópolis e busca pelos autores do crime

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A Polícia Civil concluiu nesta semana o inquérito de um duplo homicídio ocorrido em Rondonópolis, em fevereiro deste ano, e indiciou os dois autores por homicídio duplamente qualificado, porte ilegal de arma de fogo e organização criminosa.

Conforme a investigação da Delegacia de Homicídios de Rondonópolis, as vitimas Genival Ferreira de Souza, 40 anos, e Giovanna Martins de Souza, 16 anos, pai e filha, foram surpreendidas no interior do estabelecimento comercial, denominado “LM”, no bairro Conjunto São José 1. Dois homens armados efetuaram diversos disparos de arma de fogo contra as vítimas.

Edresson Fábio Vieira, um dos autores do duplo homicídio 

Conforme a investigação conduzida pela DHPP, dias antes de sua morte, Genival foi ameaçado por criminosos para que encerrasse as atividades de jogo do bicho na região, uma vez, que uma facção criminosa passaria a comandar todos os jogos de apostas no município.

Os autores foram identificados como Lucas Soares Dias e Edresson Fabio Veira. Lucas também tem um mandado de prisão em aberto pelo envolvimento no homicídio de Marco Aurélio da Silva, ocorrido em outubro do ano passado.

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A Polícia Civil pede a colaboração da população com informações que auxiliem na localização dos foragidos.

Lucas Soares Dias

As denúncias podem ser feitas de forma anônima pelo disque denúncia 197 da Polícia Civil ou diretamente à equipe de investigação DHPP de Rondonópolis pelo Whatsapp: (66) 99911-3598.

Fonte: PJC MT

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POLICIAL

Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

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O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

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Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

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Veja fotos da operação 

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