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Polícia Civil prende em flagrante homem que confessou estupro de criança de seis anos

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A Polícia Civil prendeu nesta sexta-feira (21.06), em Juara, um homem que abusou sexualmente de duas crianças, de três e seis anos. As menores foram abusadas na casa onde ambas eram cuidadas pela esposa dele. Ele confessou o crime durante interrogatório.

Na quinta-feira (20), a avó das crianças procurou a Delegacia da Polícia Civil de Juara e relatou que tomou conhecimento do fato quando foi buscar as meninas na casa da cuidadora e uma delas chorava e tremia, mas não contou o motivo do choro. A avó perguntou à neta o que teria acontecido e a criança mais nova disse que a irmã estava chorando há muito tempo dentro da casa.

A criança de seis anos acabou contando à avó que quando estava na casa da cuidadora foi até a cozinha buscar uma bolacha e, quando voltava para a sala, o suspeito a pegou pelo braço e tocou seu corpo. A criança mais nova, de forma espontânea, falou para a avó que isso não seria motivo para a irmã chorar, porque o suspeito fazia o mesmo ato com ela.

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As duas crianças disseram que não haviam relatado o que aconteceu porque o suspeito disse a elas que não contassem a ninguém o que ocorreu porque seriam repreendidas. A mãe das menores foi comunicada do que aconteceu, assim que chegou do trabalho, e junto com a avó das crianças foi à delegacia e fez a denúncia.

Após o registro do fato, na noite de quinta-feira, a equipe policial ouviu os pais das vítimas e encaminhou as crianças para o exame de corpo de delito.

Na sequência, os investigadores realizaram buscas pelo suspeito e, em menos de 24 horas, ele foi localizado e preso em flagrante pelo crime de estupro de vulnerável. Ao ser ouvido em interrogatório, o homem confirmou os abusos e após a prisão, foi encaminhado à cadeia pública do município.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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POLICIAL

Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

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O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

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Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

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Veja fotos da operação 

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