POLICIAL
Polícia Civil recupera joias furtadas de apartamento em Cuiabá
Várias peças de joias avaliadas em mais de R$ 150 mil, furtadas de um apartamento na Capital, foram recuperadas pela Polícia Civil, por meio da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) de Cuiabá, na quinta-feira (06.06).
O autor do crime, namorado da filha da vítima, foi identificado e responderá por furto qualificado mediante abuso de confiança.
No último sábado (01.06), a vítima de 64 anos procurou à Derf de Cuiabá, relatando que ao retornar de viagem notou que alguém havia entrado em seu apartamento, no bairro Goiabeiras, e subtraído diversas joias e R$ 45 mil em dinheiro.
Conforme a comunicante, as joias e o dinheiro estavam guardados em segurança dentro do imóvel. Ao perceber o ocorrido, ela solicitou as imagens das câmeras de segurança, sendo possível visualizar o namorado de sua filha no hall de entrada da portaria, na tarde do dia 27 de maio.
Então a vítima pediu ajuda para a filha, a qual conseguiu encontrar na casa do namorado dois recibos de venda de joias com as mesmas descrições dos produtos furtados, datados no dia 28 de maio. Os indícios apontam que o suspeito pegou escondido as chaves da casa que ficava com a namorada.
Diante das informações e provas, os policiais civis foram até a empresa que havia comprado do suspeito as peças de ouro, e apreenderam todas as joias subtraídas, entre colares, bracelete, pulseiras, pingentes e brincos, avaliados em mais de R$ 150 mil.
As diligências continuam para total esclarecimento dos fatos e apurar a possível participação de outros envolvidos, bem como a Derf de Cuiabá representará pela prisão preventiva do investigado pelo crime de furto qualificado.
Fonte: Policia Civil MT – MT
POLICIAL
Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil
Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados
O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.
Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.
De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.
Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.
Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.
Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.
A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.
Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.
Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.
A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.
As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.
Veja fotos da operação

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