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Polícia Civil recupera armas e diversos produtos furtados de loja em Paranatinga

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Cinco armas de fogo e diversos produtos furtados de uma empresa em Paranatinga (373 km ao sul de Cuiabá), gerando grande prejuízo para vítima, foram recuperados pela Polícia Civil, nesta quarta-feira (15.03).

Além da recuperação dos materiais subtraídos, a ação resultou na apreensão de maconha, LSD  e muitas munições.

As diligências iniciaram após o registro da ocorrência, ocorrida na terça-feira (14). Do local foram furtadas: 5 espingardas de pressão; 20 canivetes; 24 relógios; 15 óculos; 30 perfumes; 8 televisores; 23 correntes de aço inox; 14 caixas de som JBL; 6 rádios de comunicador; 24 esmaltes; 4 lanternas; dinheiro, além de outros itens.

Conforme o comunicante, o furto das mercadorias causou prejuízo financeiro para o estabelecimento comercial, avaliado em aproximadamente R$ 34 mil.

Durante diligências a equipe identificou uma residência onde parte dos produtos estavam. No endereço, que já vinha sendo monitorado por suspeitas de funcionar como ponto de venda de entorpecentes, foram encontradas parte dos materiais. 

No momento da chegada dos policiais civis no imóvel, não havia ninguém na casa. No entanto, nas investigações foi possível qualificar um dos envolvidos no furto, sendo um adolescente ex-funcionário da loja.

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Os produtos recuperados foram levados à Delegacia de Paranatinga, para as providências cabíveis e posteriormente restituídos para vítima.

As apurações continuam visando localizar o menor de idade, bem como prender outros possíveis envolvidos no crime.

Fonte: PJC MT

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Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

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O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

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Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

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Veja fotos da operação 

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