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Polícia Civil recebe doação de terrenos para construção de Delegacias de Aripuanã e Colniza

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A Delegacia de Arenápolis (1.002 km a noroeste de Cuiabá) ganhará uma nova estrutura, maior e mais moderna para atender a população. A reforma do prédio será realizada por meio de parcerias com o Poder Executivo e Legislativo, que possibilitaram a doação do terreno e também com empresa privada que destinou R$ 302 mil para a execução das obras. 

No mês de outubro, a Polícia Civil solicitou a doação do terreno de mais de 8 mil metros², onde está construída a delegacia. O projeto encaminhado pela Prefeitura doando o terreno foi aprovado na quinta-feira (24), pela Câmera de Vereadores do município. 

O termo de doação do valor para realização das obras foi assinado na segunda-feira com uma mineradora da região. O projeto de reforma da unidade foi elaborado pelo investigador e engenheiro civil, Fernando Debacker e a aplicação dos recursos será feita por meio do Conselho de Segurança (Conseg) do município. 

Com a doação do terreno e os recursos disponíveis para início das obras, a reforma e ampliação do prédio, construído no ano de 1983, está prevista para iniciar ainda no mês de dezembro de 2022 com prazo de finalização fevereiro de 2023.

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COLNIZA 

A Câmara de Vereadores de Colniza aprovou no início deste mês o projeto de lei para doação de uma área do município destinada ao novo prédio da Delegacia da Polícia Civil. 

De acordo com o delegado de Colniza, Giuliano Bertucini, a área compreende 5 mil metros quadrados, em uma localização que fica próxima a outros órgãos, como Promotoria, Sistema Penitenciário, Fórum e Câmara municipal. 

“São 2.500 metros quadrados que serão destinados exclusivamente para a construção da nova delegacia”, explicou o delegado de Colniza.

Fonte: PJC MT

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POLICIAL

Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

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O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

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Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

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Veja fotos da operação 

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