POLICIAL

Polícia Civil prende três por transporte ilegal de madeira e tráfico de drogas na região de fronteira

Publicados

em

Três pessoas envolvidas em crimes de transporte ilegal de madeira e tráfico de drogas foram presas em flagrante, no domingo (09.06), durante diligências conjuntas realizadas pelas equipes da Delegacia de Vila Bela da Santíssima Trindade (521 km a oeste de Cuiabá) e da Delegacia Especial de Fronteira (Defron).

A ação resultou na apreensão de dois caminhões carregados com madeira aroeira e de uma mochila com quatro tabletes de pasta base de cocaína. Os motoristas dos caminhões de 34 e 50 anos foram autuados em flagrante por crime ambiental e um passageiro de 35 anos foi preso por tráfico de drogas.

Em diligências da Operação Protetor das Fronteiras, as equipes realizaram barreira fixa nas proximidades da Gleba São Sebastião, onde realizaram a abordagem de um caminhão carregado com madeira tipo aroeira, que estava sendo transportada sem a devida documentação.

Em buscas no interior do veículo, os policiais encontraram uma mochila com quatro tabletes de pasta base de cocaína, a qual o passageiro do caminhão confessou ser de sua propriedade. Questionado, o suspeito disse que pegou carona no caminhão na Gleba do Seringal, confessando também que já tinha passagens anteriores, e que havia rompido a tornozeleira eletrônica.

Leia Também:  Polícia Civil prende mulher membro de facção por tráfico de drogas, associação criminosa e porte de arma

Diante das evidências, foi dado voz de prisão aos dois suspeitos, motorista e passageiro, respectivamente pelos crimes de transporte ilegal de madeira e tráfico de drogas. No trajeto para a delegacia, os policiais abordaram outro caminhão, também carregado com madeira tipo aroeira, sem a devida documentação legal.

Diante da situação de transporte irregular, o motorista do segundo caminhão também foi conduzido à Delegacia de Vila Bela da Santíssima Trindade, onde foi lavrado o flagrante dos três conduzidos.

Fonte: Policia Civil MT – MT

Propaganda

POLICIAL

Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

Publicados

em

O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

Leia Também:  Policia Civil finaliza ano com mais de 550 operações deflagradas em Mato Grosso

Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

Leia Também:  Polícia Civil prende dois suspeitos por tráfico de drogas e associação para o tráfico

Veja fotos da operação 

Continue lendo

política mt

mato grosso

policial

PICANTES

MAIS LIDAS DA SEMANA