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Polícia Civil prende suspeito de matar homem em Nova Bandeirantes por dívida de drogas

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A Polícia Civil prendeu em flagrante, na tarde dessa quinta-feira (14.5), um homem, de 28 anos, suspeito do homicídio de Heleno Souza Amorim, 48 anos, ocorrido no dia 11 de maio, no Garimpo Juruena, na área rural de Nova Bandeirantes.

A vítima foi encontrada com ferimento de arma de fogo em via pública afastada. As investigações da Delegacia de Nova Bandeirantes identificaram rapidamente o suspeito e reuniram um robusto conjunto de provas.

A captura nessa quinta-feira foi resultado de diligências ininterruptas conduzidas por três dias consecutivos pela equipe da Delegacia de Nova Bandeirantes, com apoio da Delegacia de Paranaíta, equipe que efetuou a prisão.

Após a fuga do suspeito para área de mata na região do garimpo, as investigações identificaram que ele havia se deslocado para a cidade de Alta Floresta, onde foi localizado na residência de seus familiares e preso.

Em interrogatório, o suspeito confessou a prática do crime. As investigações apontam que a causa do homicídio foi dívida de drogas. O suspeito possui extensa ficha criminal, com registros por tráfico de drogas e outros delitos em diferentes comarcas do Estado.

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“A prisão reforça o compromisso da Polícia Civil com a segurança pública nas regiões de garimpo e áreas remotas do norte de Mato Grosso, onde a atuação integrada entre delegacias tem sido determinante para a elucidação de crimes graves e a responsabilização de seus autores”, afirmou o delegado Matheus Oliveira.

As investigações prosseguem para apuração de outras circunstâncias do crime e identificação de eventuais envolvidos.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

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O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

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Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

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Veja fotos da operação 

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