POLICIAL

Polícia Civil prende suspeito de homicídio de cozinheira ocorrido em balsa de garimpo

Publicados

em

A Polícia Civil de Mato Grosso prendeu, na manhã desse sábado (09.11), um homem, de 18 anos, suspeito de envolvimento no homicídio da cozinheira Inglidy Suhian da Silva Fernandes, de 31 anos, ocorrido no dia 25 de outubro, no Garimpo São Benedito, em Jacareacanga (PA).

O crime aconteceu em uma balsa localizada no Rio São Benedito, onde a vítima trabalhava como cozinheira. Três indivíduos chegaram ao local de barco, procuraram pelo celular da vítima e, em seguida, efetuaram aproximadamente 20 disparos de arma de fogo contra Inglidy, que faleceu no local. Os criminosos evadiram-se levando dois aparelhos celulares da vítima.

As investigações do caso foram realizadas pela Delegacia de Paranaíta, pois, devido à cidade ser região limítrofe, o Supremo Tribunal Federal (STF) determinou que, mesmo sendo no Pará, o Sul de Jacareacanga fica a cargo da Delegacia de Paranaíta, da Polícia Civil de Mato Grosso.

Após intensas investigações, um jovem de 18 anos foi identificado como um dos suspeitos de participação do crime e a equipe o localizou em Sinop. Diante disso, a Delegacia de Roubos e Furtos (Derf) e a Delegacia Especializada de Repressão ao Crime Organizado (Draco) de Sinop foram acionadas e realizaram a prisão do suspeito, nesse sábado (08.11), em Sinop.

Leia Também:  Forças de Segurança de MT e GO deflagram operação de combate a criminalidade na fronteira dos dois estados

“A Polícia Civil reforça seu compromisso de combater as facções criminosas. As investigações continuam para identificar outros possíveis envolvidos e elucidar todos os detalhes a respeito do crime”, afirmou o delegado de Paranaíta, Matheus Oliveira.

Fonte: Policia Civil MT – MT

Propaganda

POLICIAL

Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

Publicados

em

O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

Leia Também:  PRF apreende infrator após acompanhamento tático em Jangada/MT

Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

Leia Também:  PM prende homem por agredir a mulher com golpes de foice em Cuiabá

Veja fotos da operação 

Continue lendo

política mt

mato grosso

policial

PICANTES

MAIS LIDAS DA SEMANA