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Polícia Civil prende seis homens e apreende drogas em ação em Pontes e Lacerda

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A Polícia Civil, por meio da Delegacia de Pontes e Lacerda (445 km de Cuiabá), prendeu, nessa quinta-feira (14.8), seis homens, com idades entre 21 e 39 anos, e apreendeu uma arma, maconha e cocaína, em uma ação realizada como parte da operação Protetor das Divisas e Fronteiras, que combate crimes transfronteiriços.

A quadrilha foi encontrada após a Polícia Civil receber denúncias de que um grupo de foragidos da Justiça estaria se reunindo em uma casa no bairro Nossa Senhora Aparecida para planejar um assalto em Pontes e Lacerda.

A residência citada já vinha sendo monitorada por uma equipe de investigação da Delegacia de Pontes e Lacerda, identificada como ponto de tráfico de drogas e de apoio para facções criminosas.

Diante da denúncia, a equipe foi até a residência e chamou um dos suspeitos, de 24 anos, no portão. Ao ver os policiais, ele jogou seu celular para a casa do vizinho, mas o aparelho foi recuperado pela equipe.

Em seguida, os policiais entraram na área da casa e deram ordem para que todos saíssem. A princípio, os suspeitos tentaram alegar que eram garimpeiros e estavam apenas morando na casa. Porém, após averiguação, os policiais constataram, que três tinham mandados de prisão em aberto.

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Foram realizadas buscas na residência e, no quarto do primeiro suspeito, foram localizados uma pistola 9mm carregada com 14 munições e 10 papelotes de cocaína.

Na geladeira da casa foi localizada uma porção de maconha. Na área externa, enterrados, haviam 20 papelotes de cocaína e meio tablete de maconha.

Na denúncia, foi informado que os suspeitos utilizavam veículos na prática e apoio dos assaltos planejados. Foram apreendidos um VW Up branco, uma Honda Bros 160 branca, uma Honda CG Titan azul e uma Fiat Strada branca que foram encontrados na casa.

Os celulares de todos também foram apreendidos e todos eles levados para a Delegacia de Pontes e Lacerda.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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POLICIAL

Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

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O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

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Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

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Veja fotos da operação 

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