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Polícia Civil de MT fala sobre Inteligência em Fontes Abertas para servidores da CGE-SP

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A Polícia Civil de Mato Grosso, por meio da Delegacia Especializada de Combate ao Crimes Informáticos (DRCI), foi destaque em evento organizado pela Controladoria Geral do Estado de São Paulo (CGE-SP), que reuniu aproximadamente 100 servidores, entre auditores, corregedores e assessores do órgão. O evento foi realizado nesta sexta-feira (22.09) no prédio da Secretária de Fazenda, em São Paulo (SP).

O convite para participação no evento oficial foi realizado pela CGE-SP, por meio do secretário-executivo Roberto Viegas e prontamente aceito pela Diretoria-Geral e Diretoria de Atividades Especiais (DAE) da Polícia Civil de Mato Grosso.

A palestra ministrada pelo delegado titular da DRCI, Ruy Guilherme Peral, abordou o tema OSINT – Inteligência em Fontes Abertas, recurso utilizado por empresas de segurança e agências de inteligência governamentais, em diversos meios de atuação como combate aos ataques terroristas, recrutamento e propriedade intelectual.

Durante a palestra, o delegado Ruy Peral apresentou técnicas de inteligência de busca e análise em fontes abertas para subsidiar os controladores e auditores do estado de São Paulo no exercício de suas funções.

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“A Polícia Civil de Mato Grosso tem evoluído na repressão aos cibercrimes e na capacitação de seus policiais com técnicas e metodologias especiais, sendo fundamental que este conhecimento seja difundido para outros órgãos públicos”, disse o delegado.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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POLICIAL

Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

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O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

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Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

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Veja fotos da operação 

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