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Polícia Civil prende preventivamente empresário que perseguia ex-companheira em Cuiabá

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Um empresário investigado por diversos crimes de violência doméstica e descumprimento de medidas protetivas contra a ex-companheira teve o mandado de prisão cumprido pela Polícia Civil, nesta segunda-feira (16.09), em ação realizada pela Delegacia Especializada de Defesa da Mulher de Cuiabá.

O suspeito de 40 anos foi indiciado pelos crimes de lesão corporal, violência psicológica e ameaça praticas contra a ex-namorada, de 23 anos.

O casal, que manteve um relacionamento por mais de quatro anos, está separado desde maio deste ano, ocasião em que o suspeito agrediu a vítima fisicamente, sendo decretadas as medidas protetivas de urgência.

Apesar da medida protetiva de urgência e botão do pânico deferidos pela Justiça, o agressor não respeitava a determinação do Poder Judiciária e continuava a perseguir, ameaçar e entrar em contato com a vítima, que chegou a registrar oito boletins de ocorrência contra o suspeito.

Até mesmo durante o período em que esteve preso, o suspeito tentou entrar em contato com a vítima, escrevendo cartas de próprio punho.

Diante dos evidentes riscos à vítima, a delegada titular da DEDM Cuiabá representou pela prisão preventiva do suspeito, que foi deferida pela Justiça e cumprida nesta segunda-feira (16), pelos policiais da Delegacia da Mulher de Cuiabá.

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“Mais um caso grave em que o agressor continua a perseguir e agir com violência contra a ex-companheira, descumprindo a determinação da Justiça. A Delegacia de Mulher de Cuiabá está atenta a todos os casos com foco de prender agressores e evitar crimes mais graves como possíveis feminicídios”, disse a delegada.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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POLICIAL

Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

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O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

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Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

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Veja fotos da operação 

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