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Polícia Civil prende mulher e comparsa por roubo em joalheria na região central de Cuiabá

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Uma mulher e um homem, autores de um roubo praticado em uma joalheria, foram presos em flagrante pela Polícia Civil, em ação da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) de Cuiabá, neste sábado (28.03).

A suspeita, de 26 anos, foi autuada pelos crimes de roubo majorado e associação criminosa. O seu comparsa, de 24 anos, foi autuado por roubo majorado, homicídio tentado, receptação, associação criminosa, resistência e tráfico de drogas.

As diligências iniciaram na sexta-feira (26), logo após a Derf de Cuiabá ser acionada para apurar o assalto ocorrido em uma joalheria situada na região central da Capital.

A vítima relatou que estava no estabelecimento quando uma mulher armada entrou no local, e mediante grave ameaça subtraiu diversas jóias e relógios, causando prejuízo de aproximadamente R$ 25 mil.

Diante das informações os policiais civis passaram a diligenciar, e através das imagens do sistema de monitoramento do estabelecimento, foi possível identificar a autora do crime.

Em seguida a equipe deslocou até o endereço da suspeita, onde a mesma foi localizada e confessou o roubo.

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Na residência os investigadores encontraram parte dos objetos subtraídos da joalheria. Durante entrevista ela indicou o seu comparsa e apontou ele como sendo o mentor do crime.

Na casa do suspeito, este ao perceber a presença policial efetuou disparos de arma de fogo contra os investigadores e empreendeu fuga em direção a uma área de mata. No entanto, o jovem acabou contido e preso.

Com ele foram apreendidos mais objetos oriundos do roubo, além de porções de cocaína, balança de precisão, dinheiro, caderno com anotações¿ típicas do tráfico e celulares. A motocicleta de cor vermelha usada no roubo também foi apreendida.

Em seguida os dois envolvidos foram encaminhados até a Derf de Cuiabá. Os conduzidos foram interrogados pelo delegado Marcelo Laet e autuados em flagrante delito. Os produtos recuperados foram restituídos para a vítima.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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POLICIAL

Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

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O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

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Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

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Veja fotos da operação 

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