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Polícia Civil prende homem que tentou sequestrar de menina de 9 anos em Santa Cruz do Xingu

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Um homem que assediou e tentou sequestrar uma menina de 9 anos em Santa Cruz do Xingu foi identificado e teve o mandado de prisão preventiva cumprido pela Polícia Civil neste sábado (01.2), após investigações conduzidas pela Delegacia do município.

O suspeito, de 43 anos, teve a ordem de prisão decretada pela Justiça pelo crime de tentativa de sequestro e cárcere privado de vítima menor de 18 anos.

Os fatos ocorreram no dia 27 de janeiro, quando a criança estava brincando em frente a sua residência e o suspeito, que estava em um veículo Fiat Uno branco, a abordou dizendo “vem cá menina bonitinha, entra aqui no carro. Vamos ali brincar”. Assustada, a vítima correu para dentro de casa e contou o ocorrido para a mãe.

No final da tarde do mesmo dia, a vítima estava foi brincar na praça da cidade, quando foi novamente abordada pelo suspeito no mesmo veículo, com as palavras: “Vem cá, menina bonitinha, não precisa ficar com medo”. A menina correu para próximo do irmão, e o suspeito ainda ficou rodeando a praça em que eles estavam por cerca de 30 minutos.

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Diante do risco evidente, a mãe da vítima foi até a delegacia, onde registrou o boletim de ocorrência, sendo imediatamente dado início às investigações. Durante os trabalhos, os policiais da Delegacia de Santa Cruz do Xingu conseguiram identificar e localizado o veículo do suspeito, que foi reconhecido por testemunhas que presenciaram os fatos.

Após a identificação do condutor do veículo, o delegado Luiz Humberto Mendes Leite representou pelo mandado de prisão preventiva, que foi deferido pela Justiça.

Com a ordem judicial decretada, os policiais iniciaram as diligências em busca do suspeito, que foi localizado em um bar a 76 quilômetros da cidade.

O suspeito foi conduzido para a delegacia onde foram tomadas as providências para cumprimento do mandado de prisão, sendo posteriormente o preso colocado à disposição da Justiça.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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POLICIAL

Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

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O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

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Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

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Veja fotos da operação 

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