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Polícia Civil prende homem que tentou matar companheira esfaqueada três vezes

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Em mais uma ação de combate ao feminicídio, deflagrada pela Delegacia Especializada de Defesa da Mulher de Cuiabá (DEDM), a Polícia Civil prendeu, nesta quinta-feira (27), um homem de 35 anos, por tentar matar a companheira, de 41 anos, três vezes.

O casal manteve um relacionamento por sete meses. Durante esse período, o homem demonstrava muito ciúmes da companheira e não aceitava romper a relação. Diante disso, ele a esfaqueou três vezes, em dias diferentes, tentando matá-la.

Tentando se proteger, a mulher escondeu as facas da casa. Porém, o homem achou uma faca e a atacou mais uma vez, atingindo a cintura da vítima. A mulher conseguiu se esquivar, impedindo que o companheiro a matasse.

Em seguida, ele pegou todos os objetos e documentos pessoais dela e ateou fogo. Por fim, ele ainda a ameaçou dizendo que iria matá-la, pois “a cova dela já estava pronta”.

Após esse episódio, a vítima procurou a Polícia Civil e solicitou medidas protetivas de urgência. Diante da gravidade da situação, o delegado Sidarta Vidigal representou pela prisão preventiva do suspeito, que foi acatada pela Justiça.

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Com o mandado expedido, a equipe de investigadores da DEDM prendeu o suspeito nesta quinta-feira (27.2). “O feminicídio é muitas vezes precedido por sinais claros, como o controle excessivo e o ciúmes. Reconhecer esses sinais e procurar a polícia pode ser vital para prevenir o feminicídio”, afirmou a delegada titular da DEDM Cuiabá, Judá Marcondes.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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POLICIAL

Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

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O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

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Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

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Veja fotos da operação 

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