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Polícia Civil prende foragido envolvido em homicídio por espancamento em Cáceres

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A Polícia Civil cumpriu nesta segunda-feira (5.5), no município de Cáceres, um mandado de prisão contra um homem envolvido em um homicídio mediante espancamento ocorrido em 2013 em Cuiabá.

A ordem foi cumprida pelos policiais da Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) com apoio da Delegacia Regional e Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) de Cáceres.

O foragido estava com mandado de prisão decretado pelo Núcleo de Inquéritos Policiais (Nipo) de Cuiabá. Ele era o quarto e último envolvido no crime de homicídio qualificado pelo motivo fútil e à traição. Dois primos e um amigo dele, que também tiveram a participação identificada no homicídio, já estão presos pelo crime.

Edmilson Dias Ferreira foi assassinado pelos quatro suspeitos no dia 04 de agosto de 2013, quando foi espancado no bairro Três Barras, em Cuiabá.

As investigações da DHPP apontaram que, alguns dias antes do homicídio, a vítima havia tentando assaltar a tia e a mãe do suspeito, ocasião em que entrou em luta corporal com os investigados e, posteriormente, acabou detido pela Polícia Militar. Após ser solto, Edmilson passou a ameaçar os suspeitos de morte, dizendo que arrancaria o sangue e arrancaria a cabeça deles.

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No dia do crime, os investigados estavam ingerindo bebida alcoólica, quando a vítima passou proferindo novas ameaças. Diante dos fatos, os quatro suspeitos passaram a agredir a vítima. Após ser espancada, ele foi socorrido pelo Samu e encaminhado ao hospital, mas não resistiu aos ferimentos e foi a óbito.

Após cumprir o mandado de prisão, o envolvido foi encaminhado para audiência de custódia, ficando à disposição da Justiça.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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POLICIAL

Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

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O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

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Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

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Veja fotos da operação 

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