POLICIAL

Polícia Civil prende estelionatário envolvido em golpe na compra de celurares em empresa de telefonia

Publicados

em


Assessoria/Polícia Civil-MT

A Polícia Civil, por meio da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) de Cuiabá, prendeu em flagrante um homem que estava aplicando golpes em uma empresa de telefonia, gerando prejuízo de mais de R$ 50 mil ao estabelecimento em compras fraudulentas de aparelhos celulares.

O suspeito de 36 anos foi preso dentro da loja da empresa em um shopping da Capital, onde foi buscar dois aparelhos celulares avaliados em mais de R$ 18 mil.

Os golpes iniciaram no início do mês de fevereiro, quando os golpistas adquiriram um aparelho celular avaliado em R$ 10 mil. Três dias depois (04.02), o suspeito retornou ao estabelecimento para efetuar a compra de mais dois aparelhos, um no valor de R$ 10 mil e outro avaliado em R$ 8,2 mil.

 No dia 06, foi efetuada a compra de outro aparelho, desta vez no valor de R$ 7,2 mil. Para compra dos aparelhos, era gerado um link de pagamento e os aparelhos eram parcelados em 12 vezes no cartão de crédito, sempre em nome de pessoas diferentes.

Leia Também:  PRF apreende quase 351 kg de cocaína no MT

O gerente da loja começou a desconfiar do golpe quando na sexta-feira (11), o estelionatário foi à loja para buscar dois aparelhos supostamente adquiridos por um cliente, um no valor de R$ 10,9 mil e outro de R$ 7,3 mil.

Ele acionou a equipe da Derf que ficou monitorando a loja e realizou a prisão em flagrante do suspeito no momento em que ele assinava a nota fiscal dos aparelhos. Questionado, ele confessou que participava do golpe, fazendo a retirada dos aparelhos para um comparsa.

O suspeito, que tem passagens anteriores por homicídio e tráfico de drogas e é monitorado por tornozeleira eletrônica, foi conduzido à Derf, onde após ser interrogado pelo delegado Guilherme de Carvalho Bertoli, foi autuado em flagrante por estelionato.

As investigações seguem em andamento para identificar outros envolvidos nos golpes.

Fonte: PJC MT

Propaganda

POLICIAL

Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

Publicados

em

O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

Leia Também:  PRF no Mato Grosso apreende em único dia mais de 100m³ de madeira ilegal

Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

Leia Também:  Obras de duplicação da Av. Tarumãs avançam em ritmo acelerado com aplicação do asfalto

Veja fotos da operação 

Continue lendo

política mt

mato grosso

policial

PICANTES

MAIS LIDAS DA SEMANA