POLICIAL

Polícia Civil prende dono de loja de suplementos em Cuiabá por venda de anabolizantes

Publicados

em

A Polícia Civil prendeu, na manhã desta quinta-feira (27.11), um homem, de 46 anos, proprietário de uma loja de suplementos, flagrado vendendo anabolizantes e produtos estrangeiros sem autorização para comércio no Brasil.

A ação da Delegacia Especializada de Defesa do Consumidor (Decon) em conjunto com a Vigilância Sanitária de Cuiabá, teve como alvo uma loja dentro de uma academia no Bairro Verdão, que segundo denúncias estaria comercializando anabolizantes, ilegalmente .

Ao chegarem no loja, as equipes foram recebidas pelo proprietário, que se apresentou como gerente. Durante a inspeção, os fiscais encontraram três caixas lacradas com substâncias anabolizantes de origem estrangeira, importadas irregularmente, sem registro sanitário no Brasil, violando determinações da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Também foi encontrada grande quantidade de suplementos estrangeiros e produtos com prazo de validade vencidos, que foram apreendidos pela Vigilância Sanitária.

Durante a ação, o proprietário da loja relatou, espontaneamente, que há alguns anos havia sido detido pela suposta prática de comercialização ilegal de anabolizantes. A equipe da Decon verificou, ainda, que havia dois números distintos de CNPJ vinculados à empresa fiscalizada.

Leia Também:  Polícia Civil recupera R$ 14 mil subtraídos de vítima que negociava compra de veículo

Diante dos materiais encontrados, que apontavam para a prática de crime contra a saúde pública, por expor à venda produto destinado a fins medicinais sem registro no órgão de vigilância sanitária competente, o delegado Rogério Ferreira prendeu o proprietário da loja em flagrante e o levou para a Decon. Depois, ele foi encaminhado para audiência de custódia, ficando à disposição da Justiça.

Fonte: Policia Civil MT – MT

Propaganda

POLICIAL

Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

Publicados

em

O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

Leia Também:  Polícia Civil prende homem por perseguição de ex-companheira em Nova Mutum

Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

Leia Também:  8ª Edição do Festival Estudantil Temático de Trânsito (FETRAN): Etapa estadual

Veja fotos da operação 

Continue lendo

política mt

mato grosso

policial

PICANTES

MAIS LIDAS DA SEMANA