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Polícia Civil prende dono de lava jato usado para o tráfico de drogas e para a prática de jogos de azar

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Um homem envolvido com o tráfico de drogas, promoção de jogos de azar e receptação de produto furtado, foi preso pela Polícia Civil, na quarta-feira (04.05), em Rondonópolis (212 km ao sul de Cuiabá), em ação da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf).

Com várias passagens criminais por diferentes crimes, o suspeito de 36 anos foi abordado no lava jato de sua propriedade, no bairro Sumaré, com três máquinas caça niqueis e máquina e extratos de aposta de jogo do bicho, tudo em plena atividade.

Durante investigação a equipe da Derf descobriu que havia chegado em Rondonópolis, três integrantes de uma facção criminosa para cometerem crimes na região, bem como para promover o tráfico de drogas e o jogo do bicho.

Os policiais civis apuraram que os suspeitos armados, estavam em um veículo Gol passando a noite em um dos quartos do lava jato no bairro Sumaré, local já conhecido em polícia.

O lava jato passou a ser monitorado quando os investigadores avistaram um grupo de pessoas, portadores de tornozeleiras eletrônica e usuários de drogas.

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Em seguida foi feita a abordagem dos envolvidos e pela brecha da janela, visto três máquinas caça niqueis de jogos de azar dentro de um dos cômodos. 

Também foram encontradas porções de maconha, embalagens plásticas para o embalo da droga, a quantia de R$ 500, uma sacola contendo diversos lacres furtados de uma empresa de saneamento ambiental, além de TV, Tablet e certa quantidade de fio sem comprovação fiscal.

Após o flagrante o dono do lava jato foi conduzido para Derf de Rondonópolis com todo material apreendido, interrogado e autuado em flagrante delito. Após a confecção dos autos, o preso foi colocado à disposição da Justiça.

Fonte: PJC MT

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POLICIAL

Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

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O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

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Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

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Veja fotos da operação 

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