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Polícia Civil prende casal de integrantes de facção envolvidos com tráfico e homicídio em Cáceres

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Um casal, integrante de facção criminosa e envolvido com crimes de tráfico de drogas e homicídios, foi preso pela Polícia Civil, nesta quarta-feira (14.5), em ação da Delegacia Especializada de Repressão a Narcóticos (Denarc) com apoio do Núcleo de Inteligência e Delegacia Regional de Cáceres.

Entre os presos está uma mulher, apontada como liderança de uma facção criminosa em Cáceres e com dois mandados de prisão em aberto por homicídios, expedidos pela Primeira Vara Criminal do município. A ação realizada em Cuiabá resultou ainda na apreensão de apetrechos relacionados ao tráfico de drogas, munições e dinheiro.

Os policiais da Denarc, com apoio da equipe de Cáceres, monitoraram por alguns dias uma residência no bairro CPA 3 com indícios de ser um ponto de tráfico de drogas comandado por integrantes de uma facção criminosa.

Durante o monitoramento, foi possível identificar a mulher, apontada como líder da facção criminosa e foragida por homicídios na região de Cáceres.

Diante das evidências, os policiais da Denarc realizaram a abordagem na residência onde foram apreendidos milhares de pinos eppendorf, utilizados para armazenar cocaína, vazios e alguns com resquícios de entorpecente, mais de 50 munições calibres . 12 e 9 mm, dois cadernos com contabilidade do tráfico de drogas e uma bolsa com R$ 3.150 em dinheiro.

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Diante das evidências, todo material ilícito foi apreendido e a mulher que possuía dois mandados de prisão em aberto e o seu marido que já era monitorado por tornozeleira eletrônica foram conduzidos à Denarc.

Eles foram interrogados pelo delegado André Rigonato, e posteriormente autuados em flagrante pelos crimes de associação para o tráfico, utilização de local para tráfico de drogas, porte ilegal de munições e organização criminosa, além de serem cumpridas as duas ordens judiciais contra a conduzida.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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POLICIAL

Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

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O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

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Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

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Veja fotos da operação 

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