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Polícia Civil prende autores de homicídio ocorrido em 2016 em Cuiabá

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Duas pessoas que tiveram o envolvimento identificado em um homicídio ocorrido no ano de 2016 tiveram mandados de prisão cumpridos, na manhã de sábado e nesta segunda-feira (15 e17.2), após serem identificados, em investigações conduzidas pela Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), em Cuiabá.

Segundo as investigações da DHPP, os suspeitos tinham uma rixa com a vítima, Hieldis da Costa Silva, em razão de ele ser muito agressivo e bater na prima de um dos investigados, além de costumar andar armado. Então, conforme a investigação, antes de serem mortos pela vítima, decidiram matá-la primeiro.

Após diversas diligências e oitivas, a equipe de investigação conseguiu identificar os autores. Um dos suspeitos identificados atualmente é tetraplégico, após ser atingido por disparo de arma de fogo, no ano passado, em confronto com a Polícia Militar. e ao ser ouvido em declarações, confessou a autoria e a motivação, delatando também o seu comparsa no crime.

Com a autoria e motivação definidas, foi representado pelas prisões preventiva dos investigados, que foram deferidas pela Justiça.

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Nesta segunda-feira (17), a equipe da DHPP deu cumprimento à ordem de prisão contra o suspeito acamado. O segundo envolvido, que era considerado uma pessoa difícil de ser encontrada, foi localizado pela Polícia Militar, no sábado (15), ocasião em que teve o mandado de prisão cumprido.

Após terem as ordens judiciais cumpridas, os presos foram encaminhados ao Judiciário, sendo que um deles teve a prisão mantida e o outro em razão da deficiência, aguarda apreciação do magistrado.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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POLICIAL

Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

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O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

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Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

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