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Polícia Civil prende autor de roubo com reféns em empresa de entregas em Cuiabá

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Um dos autores do roubo em uma empresa de entregas, em que funcionários foram feitos reféns, foi preso em flagrante pela Polícia Civil, na noite de sexta-feira (08.11), durante diligências dos policiais da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) de Cuiabá.

Os policiais da Derf estavam em diligências para prender os três envolvidos no crime ocorrido, na última quinta-feira (07), em uma empresa transportadora no bairro Areão em Cuiabá.

Durante a coleta de imagens do local, os policiais conseguiram verificar um veículo Fiat Strada com um dos suspeitos na carroceria. Em seguida, dois dos suspeitos entraram na empresa e anunciaram o assalto, agindo com violência e grave ameaça e com o emprego de arma de fogo.

Após o crime, os suspeitos fugiram no Fiat Strada com vários produtos subtraídos da empresa. Por meio da análise das imagens e do reconhecimento das vítimas, foi possível identificar um dos suspeitos, logo após, iniciaram-se as diligências para efetuar a sua prisão.

Durante os trabalhos, os policiais receberam informações sobre outro roubo, no bairro Jardim Imperial , em que havia um veículo Fiat Strada e três criminosos envolvidos.

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No local, um dos suspeitos tentou entrar pela janela do carro da vítima, tentando impedir que ela fugisse do roubo. A vítima acabou colidindo contra o muro, causando lesões no suspeito, que foi conduzido para o hospital, onde passou por cirurgia. Após receber atendimento médico, foi realizada a sua prisão em flagrante.

O suspeito foi reconhecido pelas vítimas do roubo da transportadora como um dos envolvidos, sendo autuado em flagrante pelos dois crimes de roubo em que estava envolvido. Após as providências cabíveis, o preso foi encaminhado para audiência de custódia, ficando à disposição da Justiça.

As investigações seguem em andamento para prender os outros dois suspeitos envolvidos nos crimes.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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POLICIAL

Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

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O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

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Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

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Veja fotos da operação 

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