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Polícia Civil inaugura nova sede da delegacia em Alto Garças

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Foi inaugurada, nesta quinta-feira (20.3), a nova sede da Delegacia de Polícia Civil de Alto Garças (MT). Estiveram presentes autoridades civis, militares e representantes da sociedade civil organizada.

Construída em uma área de 483 m², de um total de 3,4 mil m², a unidade policial dispõe de 16 salas, nove banheiros, cozinha, quatro celas individuais para detentos provisórios, além de pontos para ar-condicionado e internet, ofertando, assim, melhores condições de trabalho à equipe profissional e toda sociedade.

A obra é resultado da parceira do poder público e empresários do ramo privado, com apoio do Poder Judiciário e Ministério Público, que, por meio de Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), disponibilizaram os móveis e utensílios administrativos para a unidade.

A construção do imóvel foi feita pela classe empresarial, os móveis, todos planejados, foram feitos com emprego de madeiras oriundas de apreensões realizadas durante ações de fiscalizações ambientais.

Conforme o delegado-geral adjunto da Polícia Civil, Rodrigo Bastos da Silva, “a unidade foi projetada para otimizar os atendimentos à população, garantindo mais conforto às vítimas e testemunhas, aprimorar as investigações e agilizar o trabalho da Polícia Civil”. Vinculada à Regional de Rondonópolis, a Delegacia de Alto Garças vai atender cerca de 13 mil habitantes.

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O delegado regional de Rondonópolis, Santiago Rozendo, destacou que a inauguração da delegacia “é um marco significativo para a segurança pública, para o município de Alto Garças e para o Estado que só foi possível graças ao esforço conjunto entre Polícia Civil, Judiciário, Ministério Público e sociedade civil organizada. Aqui, a população encontrará um ambiente moderno e estruturado e os policiais um local apropriado para cumprir a aplicação da lei”.

O evento de inauguração da nova sede da Delegacia de Alto Garças contou com a participação de representantes do Ministério Público, Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Polícia Militar, Poder Judiciário, Polícia Rodoviária Federal (PRF), Conselho Tutelar, Prefeitura Municipal de Alto Garças e Câmara de Vereadores de Alto Garças.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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POLICIAL

Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

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O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

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Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

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Veja fotos da operação 

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