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Polícia Civil faz operação para esclarecer homicídio que ocorreu em Ponte Branca

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A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, na quarta-feira (4.6), uma operação para cumprimento de seis mandados judiciais relacionados a um homicídio ocorrido no mês de maio, no município de Ponte Branca.

Foram expedidas pela 1ª Vara da Comarca de Pontes Branca três ordens de prisão preventiva e três mandados de busca e apreensão domiciliar, decretados contra três pessoas investigadas por envolvimento no crime.

Os alvos dos mandados foram identificados na investigação da Delegacia de Alto Araguaia para esclarecer o homicídio: dois empresários (pai e filho) e um terceiro homem, que teria emprestado a arma de fogo usada para matar a vítima.

O trabalho operacional resultou na apreensão da pistola calibre 380, possivelmente usada no crime, que foi localizada na zona rural.

O proprietário da arma de fogo foi preso na cidade de Barra do Garças. Já os dois empresários, pai e filho, autores do homicídio, não foram localizados e são considerados procurados.

A operação contou com a participação de dez policiais civis e segue em andamento para localizar os dois foragidos.

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O homicídio

A vítima, Leandro Souza Rocha, de 32 anos, conhecida como “Saca Trapo”, foi morta por disparos de arma de fogo em sua residência no município de Ponte Branca, no dia 3 de maio.

A investigação

Conforme apurado pela Polícia Civil, o crime foi motivado por um desentendimento comercial entre a vítima e dois empresários, sendo pai e filho.

Após uma discussão e troca de ameaças, pai e filho procuraram um homem, ex-vereador do município, o qual cedeu a arma de fogo registrada em seu nome para a dupla.

Em seguida os empresários foram até a casa de Leandro Souza Rocha, e o executaram com cinco disparos de pistola.

As diligências continuam com o objetivo de localizar e prender os foragidos, que deverão ser apresentados à Justiça.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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POLICIAL

Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

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O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

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Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

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Veja fotos da operação 

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