POLICIAL

Polícia Civil e Sema realizam operação de combate ao desmatamento ilegal na região noroeste de MT

Publicados

em

Uma operação conjunta da Polícia Civil, por meio da Delegacia Especializada do Meio Ambiente (Dema) e Secretaria Estadual de Meio Ambiente (Sema), foi deflagrada entre os dias 18 de março a 28 de março, com foco no combate ao desmatamento ilegal na região noroeste de Mato Grosso.
A operação denominada Mata Virgem II realizou fiscalizações em nove imóveis rurais, localizados nos municípios de União do Sul, Cláudia, Sinop, Feliz Natal, Nova Ubiratã e região.

Os trabalhos tinham como foco a fiscalização de crimes ambientais em pontos de alerta de possíveis áreas desmatamento ilegal, identificadas por meio da Plataforma SCCON e em conjunto com sistemas de detecção de desmatamento.

As ações na região resultaram na localização de um trator tipo skider que estava sendo utilizado para extração de madeira em área embargada, além da confecção de autos de inspeção, notificações de CAR, autos de infração por supressão de vegetação nativa, auto de infração por descumprimento de embargo, auto de infração por impedir a regeneração da vegetação nativa, termos de embargo, termo de apreensão e termo de depósito de um trator utilizado na atividade de supressão de vegetação nativa em regeneração sem autorização ambiental.

Leia Também:  Polícia Civil recupera valor subtraído de vítima de golpe pela internet

A delegada titular da Dema, Liliane Murata, destaca que as operações de combate ao desmatamento ilegal são constantes, abrangendo ações em todo território mato-grossense.  “A delegacia especializa atua dentro da sua competência, com objetivo de combater a prática de crimes e a degradação ambiental, além da responsabilização penal dos envolvidos”, disse a delegada.
 

Fonte: Policia Civil MT – MT

Propaganda

POLICIAL

Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

Publicados

em

O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

Leia Também:  PRF apreende veículo com sinais de adulteração na BR-163

Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

Leia Também:  Funcionário que furtou empresa e traficante são presos pela Polícia Civil em Água Boa

Veja fotos da operação 

Continue lendo

política mt

mato grosso

policial

PICANTES

MAIS LIDAS DA SEMANA