POLICIAL

Polícia Civil realiza 6ª edição do Projeto Papo de Homem Para Homem

Publicados

em

Trinta homens que cumprem medidas protetivas por violência doméstica contra a mulher, participam da 6ª edição do “Projeto de Papo de Homem para Homem”, promovido pela Polícia Civil de Mato Grosso, por meio da Coordenadoria de Polícia Comunitária.

Nesta 6ª edição, as atividades realizadas conforme determinação judicial contam com a duração de 15 horas, divididas em três dias. Os encontros acontecem de 5 a 7 agosto, na Academia da Polícia Civil, em Cuiabá.

O grupo reflexivo, composto de público masculino que responde a procedimentos policiais, participa das várias palestras de conscientização sobre o respeito às mulheres, desgastes e o sofrimento perpetuados pela violência doméstica, entre outros temas como saúde mental e domínio do próprio sentimento.

O projeto “Papo de Homem para Homem” tem como objetivo trabalhar ações preventivas e encontrar alternativas para que o ciclo da violência doméstica seja quebrado, além de conscientizar agressores sobre as consequências da violência no contexto infrafamiliar.

De acordo com o coordenador da Polícia Comunitária, Mário Dermeval, as ações desenvolvidas dentro do Projeto “Papo de Homem para Homem” tem alcançado cerca de 400 homens por ano. O público masculino recebe informações e esclarecimentos sobre a legislação, os aspectos legais e as consequências dos atos praticados.

Leia Também:  Polícia Militar reúne dois mil atletas na Corrida Homens do Mato em Cuiabá

“Importante destacar que a reincidência é praticamente inexistente. Todos os homens que frequentaram o grupo de conversa e de reflexão, notou-se que não houve registro de feminicídio entre os participantes que compareceram no projeto”, completou o delegado Mário Dermeval.

Fonte: Policia Civil MT – MT

Propaganda

POLICIAL

Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

Publicados

em

O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

Leia Também:  Programa de orientação ao trabalho prepara mais de 150 adolescentes para ingressar no primeiro emprego

Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

Leia Também:  Operação cumpre mandados contra suspeitos de descumprir medidas protetivas em Tangará da Serra

Veja fotos da operação 

Continue lendo

política mt

mato grosso

policial

PICANTES

MAIS LIDAS DA SEMANA