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Polícia Civil deflagra operação contra mãe e filho investigados por tráfico de drogas em Juara

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A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, nesta segunda-feira (1º.6), a Operação Hereditas Sceleris, para cumprir dois mandados de busca e apreensão domiciliar relacionados à investigação de tráfico ilícito de drogas e associação para o tráfico em Juara.

O trabalho resultou na prisão em flagrante de mãe e filho, além da apreensão de porções de maconha. A mulher, de 42 anos, e o jovem, de 20 anos, foram autuados pelos crimes de tráfico de drogas e associação para o tráfico.

As ordens judiciais, com manifestação favorável do Ministério Público, foram decretadas pela Justiça 4.0 do Juiz das Garantias do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, embasadas nas diligências da Delegacia de Polícia de Juara.

Conforme o delegado Geremias Ferreira de Oliveira, as investigações indicaram que a mulher teria dado continuidade à atividade de comercialização de entorpecentes anteriormente exercida por seu ex-companheiro, que se encontra atualmente preso.

“Os indícios apontaram que os envolvidos agiam na guarda de drogas, de valores e outros materiais relacionados ao tráfico de drogas, razão pela qual a Polícia Civil representou pelos pedidos de busca e apreensão domiciliar”, destacou o delegado.

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Durante o cumprimento das ordens judiciais, em duas residências no bairro Porto Seguro, os policiais civis apreenderam porções de maconha e um aparelho celular. Diante dos fatos, os dois suspeitos foram detidos em flagrante delito.

Em seguida, mãe e filho foram conduzidos até a Delegacia de Juara, interrogados e autuados por tráfico de drogas e associação para o tráfico.

Nome da Operação

“Hereditas Sceleris” é uma expressão em latim que significa “Herança do Crime” e faz referência à principal linha investigativa apurada pela Polícia Civil, segundo a qual a atividade criminosa teria sido mantida após a prisão de uma pessoa anteriormente vinculada ao tráfico de drogas.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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POLICIAL

Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

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O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

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Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

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Veja fotos da operação 

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