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PRF em Primavera do Leste-MT faz três apreensões de drogas no mesmo dia

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A Polícia Rodoviária Federal realizou, no último sábado, três apreensões de drogas na BR 070, município de Primavera do Leste/MT. Todos os entorpecentes foram encontrados em ônibus.

O primeiro veículo fiscalizado fazia o trajeto Cuiabá – Barra do Garças/MT. No fundo do veículo foi encontrada uma mochila colorida sem identificação. Dentro dela estava um tablete com uma substância análoga a cocaína, cerca de 1 kg. Foram feitas tentativas de identificar o proprietário da substância, porém não foi possível localizá-lo.

Na segunda situação, o veículo abordado realizava o trajeto Rio Branco-AC a Goiânia/GO. Ao ser realizado o procedimento de fiscalização aos passageiros, foi encontrado dentro de uma mochila no fundo do ônibus, vários tabletes de droga, sendo que 7.7 kg eram de pasta base de cocaína e 3.1 kg de crack.

No momento não tinha sido identificado o proprietário da mochila, porém ao pedir os documentos de identificação de um dos passageiros, ele se levantou e foi até a mochila em que estava o entorpecente pegar seus documentos, ocasião em que foi dada voz de prisão ao indivíduo.

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Questionado sobre a droga, afirmou que pegou na rodoviária de Cuiabá-MT e levaria até Goiânia/GO.

Na última ocorrência, também em um ônibus que fazia o trajeto Rio Branco-AC a Goiânia/GO.

Durante fiscalização aos passageiros, a equipe percebeu um nervosismo e respostas desconexas em relação ao motivo da viagem de uma das passageiras abordadas. Diante disso, foi feita uma busca nas bagagens da mulher, sendo encontrado aproximadamente 1.9 kg de pasta base de cocaína. A passageira informou que apenas recebeu para pegar o entorpecente em Cáceres/MT e levar até Goiânia.

Diante dos fatos, o homem e a mulher foram detidos, a princípio, pelo crime de tráfico de drogas e encaminhados à Delegacia de Polícia Judiciária para os procedimentos cabíveis.

Fonte: PRF MT

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POLICIAL

Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

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O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

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Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

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Veja fotos da operação 

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