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Polícia Civil cumpre prisão contra psicólogo investigado por estupro de vulnerável

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Um psicólogo investigado por estupro vulnerável foi preso pela Polícia Civil, nesta quarta-feira (10.9), no município de Sinop (500 km ao norte de Cuiabá).

O suspeito, de 34 anos, teve o mandado de prisão preventiva expedido pelo juízo embasado na investigação da Delegacia Especializada de Defesa da Mulher, Criança, Adolescente e Idoso de Sinop, para esclarecer o crime.

Conforme apurado pelos policiais civis, o psicólogo prestava serviços para a Prefeitura Municipal de Sinop, e cometeu os abusos sexuais contra uma paciente de apenas 6 anos.

A vítima fazia acompanhamento psicológico e psiquiátrico no Centro de Especialidades Médicas de Sinop, e durante a consulta o suspeito pediu para que a mãe da menina aguardasse do lado de fora da sala. Depois de aproximadamente 60 minutos de consulta, a criança saiu assustada da sala pedindo para ir embora.

Logo que comunicada acerca dos fatos, a Delegacia Especializada de Defesa da Mulher, Criança, Adolescente e Idoso de Sinop, ouviu a criança que relatou com riqueza de detalhes o estupro cometido pelo profissional.

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No decorrer das diligências, o suspeito foi interrogado e negou as acusações. No entanto, com base nos indícios e evidências a Polícia Civil representou pelo pedido de prisão do investigado, deferido pela Justiça.

Diante da ordem judicial decretada a equipe localizou o procurado, nesta quarta-feira (10), em uma residência no bairro Jardim São Cristóvão.

Em seguida ele foi conduzido para as providências cabíveis, e posteriormente colocado à disposição do Poder Judiciário.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

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O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

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Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

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Veja fotos da operação 

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