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Polícia Civil cumpre mandados para desvendar homicídio em Alto Araguaia

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A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, na tarde desta quinta-feira (5.2), a Operação Conveniência, com o objetivo de coletar informações e avançar nas investigações acerca do desaparecimento de Claudiomar Cardoso, de 34 anos.

De acordo com a investigação, Claudiomar foi visto, pela última vez, nas proximidades de uma conveniência bastante conhecida no município, no dia 10 de janeiro de 2026. A suspeita é que ele tenha sido assassinado.

A partir dessa informação, as investigações foram intensificadas, com a finalidade de esclarecer as circunstâncias do desaparecimento e localizar a vítima.

Na operação, foram apreendidos quatro aparelhos celulares e um equipamento de armazenamento de imagens (DVR) durante o cumprimento de três mandados de busca e apreensão domiciliar, expedidos pela 2ª Vara da Comarca de Alto Araguaia, contra possíveis suspeitos no desaparecimento de Claudiomar.

As investigações seguem em andamento.

Colaboração

A Delegacia de Alto Araguaia informa os contatos da unidade, caso a população em geral tenha informações que possam contribuir com o esclarecimento dos fatos. O contato pode ser feito de forma anônima pelos telefones (66) 3481-1169, (66) 98156-0027 ou pelo e-mail [email protected].

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Combate às facções criminosas

A operação integra o planejamento estratégico da Polícia Civil, por meio da Operação Inter Partes, dentro do programa Tolerância Zero contra as Facções Criminosas, do Governo de Mato Grosso, que tem intensificado o combate às organizações criminosas em todo o Estado.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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POLICIAL

Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

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O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

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Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

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Veja fotos da operação 

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