POLICIAL

Polícia Civil cumpre mandados e prende 8 traficantes em flagrante em Água Boa

Publicados

em

A Polícia Civil prendeu em flagrante, nesta quarta (21.08) e quinta-feira (22.08), oito suspeitos por tráfico de drogas durante a Operação “Rédea Curta” em Água Boa (a 730 km de Cuiabá).

A operação teve como objetivo o cumprimento de mandados judiciais de buscas e apreensão domiciliar contra os traficantes do município. Os alvos dos mandados foram endereços usados pelos investigados para venda de entorpecentes. Além das prisões, foi retirado de circulação cerca de dois quilos de drogas, dinheiro, balança de precisão e outros materiais.

Os mandados de buscas foram expedidos pela Justiça, após investigação da equipe da Delegacia de Água Boa, que observou movimentação intensa de usuários entrando e saindo de diversas residências.

Durante campana e monitoramento nos locais suspeitos, também foi percebido a movimentação de motocicletas circulando repetidamente, sugerindo um possível esquema de entrega de drogas na modalidade conhecida como “delivery”.

Conforme o delegado de Água Boa, Matheus Soares Augusto, a primeira prisão ocorreu no dia 13 de agosto, quando, após vigilância da casa de um traficante monitorado por tornozeleira eletrônica, foram apreendidas porções de drogas.

Leia Também:  Polícia Civil prende em flagrante autor de feminicídio em Cuiabá

“Apesar desta prisão inicial, as investigações continuaram e outras residências foram identificadas. Com base nos indícios de crime colhidos pelos policiais civis, foram representados pelos pedidos de busca e apreensão domiciliar, deferidos pelo Poder Judiciário”, destacou o delegado.

O trabalho investigativo da Delegacia de Polícia resultou, desde o dia 13, em dez prisões em flagrante, além de apreensão de drogas, dinheiro, veículos e objetos provenientes de crime de receptação.

As diligências continuam e a Polícia Civil de Água Boa orienta a população a fazer denúncias, garantindo que a identidade será mantida em sigilo.

Fonte: Policia Civil MT – MT

Propaganda

POLICIAL

Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

Publicados

em

O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

Leia Também:  Polícia Civil cumpre 33 mandados contra investigados por tráfico e organização criminosa em Itiquira

Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

Leia Também:  Polícia Civil recupera SW4 furtada e prende criminoso que ocultava o veículo

Veja fotos da operação 

Continue lendo

política mt

mato grosso

policial

PICANTES

MAIS LIDAS DA SEMANA