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Polícia Civil cumpre mandados contra organização criminosa de traficantes em Cáceres

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A Polícia Civil, por meio da 1ª Delegacia de Polícia de Cáceres (228 km a oeste de Cuiabá), deflagou na manhã desta terça-feira (16.03), a Operação Heimdall, com alvo no combate a crimes de tráfico de drogas, associação criminosa e porte ilegal de arma de fogo. Na operação são cumpridas oito ordens judiciais, sendo três mandados de prisão preventiva e cinco de busca e apreensão, contra integrantes de uma facção criminosa que atua no município e região.

A operação ocorreu de forma simultânea nas cidades de Cáceres, Cuiabá e Campo Grande (MS) e contou com o apoio da Delegacia Regional de Cáceres, do Núcleo de Inteligência da Regional de Cáceres e da Delegacia Especializada de Repressão a Roubo a Banco, Assaltos e Sequestros (Garras) da Polícia Civil de Mato Grosso do Sul.

As investigações que resultaram na operação iniciaram após a prisão de um integrante do grupo, que a primeira vista, aparentava ser um traficante de pequeno porte, envolvido com o tráfico doméstico (realizado em pequenas bocas de fumo em bairros da cidade). Porém, com o aprofundamento da investigação, descobriu-se que o investigado faturava mais de quarenta mil reais mensais com a venda de drogas no município de Cáceres.

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Na continuidade dos trabalhos investigativos, outros suspeitos foram identificados sendo representado pelos mandados de prisão e busca e apreensão contra os investigados, que foram deferidos pela Justiça.

Além das prisões, a Polícia Civil sequestrou um veículo, que atualmente é usado no combate aos crimes de tráfico de drogas.

Operação Heimdall

O nome da operação faz alusão ao personagem da mitologia nórdica, que é um Deus portador da presciência, visão e audição aguçadas.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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POLICIAL

Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

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O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

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Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

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Veja fotos da operação 

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