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Polícia Civil cumpre mandados contra lideranças de facção criminosa presos na PCE

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A Polícia Civil, por meio da 1ª Delegacia de Cáceres (228 km a oeste de Cuiabá), deflagrou na tarde desta terça-feira (23.04), a Operação Alcatraz, para cumprimento de seis mandados de busca e apreensão na Penitenciária Central do Estado (PCE), tendo como alvos lideranças de uma facção criminosa. 

A operação integra os trabalhos da Operação Erga Omnes, deflagrada pela Diretoria da Polícia Civil, com foco no combate à atuação de facções criminosas em todo estado de Mato Grosso. 

A ação resultou na apreensão de 13 aparelhos celulares, diversos carregadores, porções de drogas, entre maconha e cocaína, faca, cadernos de anotações, entre outros objetos, inclusive um mapa da cidade. 

Os investigados, que atualmente cumprem pena na penitenciária, são apontados como lideranças e autores intelectuais de diversos crimes como homicídios, além de fomentarem uma disputa pelo domínio do tráfico de drogas na cidade de Cáceres.

As investigações conduzidas na 1ª Delegacia de Polícia de Cáceres estão em andamento há aproximadamente seis meses, apontado que detentos utilizam de aparelhos celulares de dentro do presídio para determinar a prática dos crimes.

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Entre os crimes ordenados pelos investigados estão a execução de pessoas e atentados à bomba em um estabelecimento comercial de Cáceres. O cumprimento das buscas tem o objetivo de localizar aparelhos celulares, drogas, eletrônicos e outros objetos que possam ter ligação com os crimes praticados.
 

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

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O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

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Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

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Veja fotos da operação 

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