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Polícia Civil cumpre mandado de prisão contra homem por descumprimento de medidas protetivas

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Um homem investigado pela prática de violência doméstica e familiar, foi preso pela Polícia Civil, por meio da Delegacia Especializada de Defesa da Mulher, Criança e Idoso de Várzea Grande, na segunda-feira (06.06), em cumprimento de mandado judicial.

O suspeito teve a prisão preventiva expedida pela Justiça, após representação criminal feita pela Polícia Civil por descumprimento de medidas protetivas de urgência. Ele foi localizado e preso em Chapada dos Guimarães.

A vítima denunciou o ex-companheiro que continuava a perseguir e ameaçar a mulher, mesmo já tendo sido intimado acerca das medidas cautelares. Diante dos fatos a DEDM-VG requereu pela prisão preventiva do indiciado, sendo o mandado expedido imediatamente.

Conforme a delegada titular da DEDM-VG, Mariell Antonini, a vítima estava em visível situação de risco, com sua liberdade de locomoção restringida por medo do ex-companheiro lhe encontrar e concretizar as ameaças de morte.

“A vítima permaneceu sob proteção até a efetiva prisão do suspeito, podendo, agora, retomar sua vida com segurança”, destacou a delegada.

O suspeito já havia sido preso em flagrante por lesão corporal e descumprimento de medidas protetivas contra ex-mulher, sendo liberado mediante uso de tornozeleira eletrônica. Mas ele voltou a procurar e fazer ameaças, fatos que foram confirmados por testemunhas.

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Após ser localizado pelos policiais civis no município de Chapada dos Guimarães, o suspeito foi conduzido à delegacia e posteriormente apresentado ao Poder Judiciário.

Fonte: PJC MT

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Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

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O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

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Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

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