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Polícia Civil cumpre mandado de busca e recupera diversos produtos furtados em Barra do Garças

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A Polícia Civil, por meio da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) de Barra do Garças (509 km a leste de Cuiabá), desarticulou um ponto de venda de drogas e recuperou diversos objetos furtados, na quinta-feira (03.11),em Aragarças (GO).

A ação foi realizada para cumprimento de mandado de busca e apreensão, expedido pelo juízo da 2ª Vara Criminal, após investigação da Derf de Barra do Garças. Duas pessoas foram presas em flagrante por tráfico de drogas, receptação e posse ilegal de munições.

Há alguns meses os policiais civis da Derf realizavam diligências visando esclarecer ocorrências de furto registradas na região, identificar os autores e recuperar os produtos subtraídos. Um dos crimes apurados ocorreu em uma residência na cidade de Pontal do Araguaia.

Durante as investigações a equipe descobriu que parte dos objetos estavam em um endereço no município de Aragarças, Estado de Goias, bem como o local funcionava como ponto de comércio de entorpecentes.

Com base nos indícios, indicando que os materiais furtados eram trocados por usuários para adquirir as substâncias ilícitas, a Derf de Barra do Garças representou pelo pedido de busca e apreensão, deferido pela Justiça.

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Diante da ordem judicial as equipes foram até o imóvel, e apreenderam vários objetos como bomba d’água, bomba de sucção de poço artesiano, ferramentas, joias, relógios, dinheiro, óculos, bicicleta, botijões de gás, além de pasta base de cocaína, balanças de precisão, munições de calibre 38, e outros materiais utilizados para o tráfico.

Duas pessoas que estavam na residência foram detidas em flagrante delito, e depois de autuadas por tráfico de drogas, receptação e posse ilegal de munições, foram encaminhadas para Cadeia Pública de Aragarças.

O delegado titular da Derf, Nelder Martins Pereira, destacou a importância da ação, visando as ações pontuais de repressão. “A Polícia Civil de Barra do Garça continua atuando firme no combate à criminalidade em toda a região”.

O trabalho operacional contou com a participação das equipes de policias civis de Mato Grosso e Goias, sendo 10 investigadores, 1 delegado e 4 viaturas.

Fonte: PJC MT

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POLICIAL

Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

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O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

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Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

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Veja fotos da operação 

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