POLICIAL
Polícia Militar prende quadrilha suspeita por roubo a ourivesaria em Barra do Garças
Policiais militares do 5º Comando Regional prenderam em flagrante, nesta quarta-feira (4.3), quatro suspeitos envolvidos em um roubo a uma ourivesaria em Barra do Garças (520 km de Cuiabá). As equipes recuperaram algumas peças, apreenderam porções de drogas e R$ 6.559 em espécie durante as abordagens.
O crime ocorreu por volta das 13h, em um estabelecimento localizado na Rua Bororos, nas proximidades da antiga rodoviária. Dois indivíduos armados invadiram a loja e, sob grave ameaça com arma de fogo, renderam o proprietário e um funcionário do local.
Durante ação criminosa, os suspeitos subtraíram diversas joias pertencentes a clientes, além de objetos pessoais das vítimas. Após o roubo, os criminosos fugiram do local em uma motocicleta. Diante da denúncia e com auxílio das câmeras de segurança, equipes da Força Tática e do 2º Batalhão reforçaram o policiamento na região e conseguiram identificar os possíveis autores do roubo.
Com base nas informações levantadas durante patrulhamento tático, a equipe da 29ª CIPM – Força Tática localizou um dos envolvidos no crime. O homem estava com parte dos objetos roubados e indicou a participação de outros suspeitos. A partir das informações repassadas, os policiais localizaram e detiveram os demais envolvidos em diferentes pontos da cidade.
Durante as abordagens, os policiais recuperaram joias e objetos provenientes do roubo como correntes, pulseiras, anéis, pares de brincos e aparelho celular, além de apreender entorpecentes entre, maconha, cocaína, balança de precisão, dinheiro em espécie e materiais utilizados para embalar drogas.
Também foram apreendidos o veículo utilizado para dar apoio na fuga dos criminosos e a motocicleta empregada na execução do roubo, encontrada abandonada em uma região de mata.
Um homem foi identificado com diversas passagens criminais como roubo, porte ilegal de arma de fogo e homicídio em 2025. Já um outro comparsa possui mais de 20 processos criminais com 13 condenações. Todos os envolvidos foram conduzidos à delegacia para registro do boletim de ocorrência.
Disque-denúncia
A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.
Fonte: PM MT – MT
POLICIAL
Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil
Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados
O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.
Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.
De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.
Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.
Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.
Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.
A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.
Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.
Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.
A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.
As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.
Veja fotos da operação

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