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Polícia Civil cumpre mandado contra homem condenado por furto qualificado

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A Polícia Civil de Mato Grosso, por meio da Delegacia de Dom Aquino com apoio da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (DERF) de Rondonópolis, prendeu nesta quarta-feira (17.6), um homem condenado pela Justiça.

O foragido, de 32 anos, estava com a prisão definitiva pelo crime de furto qualificado, expedida pela pela Terceira Vara Criminal da Comarca de Jaciara. A prisão ocorreu na cidade de Dom Aquino.

O mandado judicial foi decretado em razão de condenação com trânsito em julgado, bem como o condenado possuía pena remanescente de mais de 5 anos de reclusão a ser cumprida inicialmente em regime fechado.

A ação é resultado de um trabalho integrado entre as unidades policiais, e envolveu levantamento de inteligência, análise de informações e diligências investigativas voltadas à localização do foragido.

Os policiais da DERF de Rondonópolis atuaram no apoio investigativo, realizando o levantamento de dados e a produção de informações estratégicas que subsidiaram a ação operacional.

Com o mandado de prisão em mãos e após a identificação do endereço do procurado, os policiais civis da Delegacia de Dom Aquino realizaram a abordagem logo após o procurado sair da residência.

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Na ocasião, o homem tentou fugir pulando o muro dos fundos do imóvel. Imediatamente, os investigadores iniciaram acompanhamento tático e conseguiram prendê-lo, frustrando a tentativa de evasão.

Após a prisão, o condenado foi conduzido para os procedimentos cabíveis, sendo posteriormente colocado à disposição da Justiça para o cumprimento da pena.

A ação evidencia a importância do trabalho investigativo e da integração entre as unidades da Polícia Civil, reforçando o compromisso da instituição com o cumprimento das decisões judiciais, a localização de foragidos e a promoção da segurança pública.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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POLICIAL

Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

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O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

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Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

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Veja fotos da operação 

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