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Polícia Civil apura crimes de furto e receptação de carga de cerveja de carreta tombada na BR 070

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A Polícia Civil, por meio da Delegacia de Cáceres (228 km a oeste de Cuiabá), investiga o furto e receptação de uma carga de cerveja, que era transportada em uma carreta, que tombou na BR 070. Várias pessoas envolvidas no saque da carga e distribuidoras que comercializavam os produtos já foram identificadas e responderão em inquérito policial pelos respectivos crimes.

As investigações iniciaram após os policiais da Delegacia de Cáceres tomarem conhecimento de que pessoas estavam comercializando cerveja oriunda do saque da carga transportada pela carreta, que tombou na BR 070.

Diante da denúncia, os policiais levantaram imagens do local do acidente conseguindo identificar dois veículos que pararam na rodovia e furtaram parte da carga. Com base nas imagens, foi possível chegar aos suspeitos, que confessaram que já haviam negociado o produto subtraído com uma distribuidora da cidade.

O delegado, Higo Rafael Ferreira de Oliveira, ressalta que além dos dois suspeitos, outras pessoas já foram identificadas pelo saque da carga, assim como pela comercialização dos produtos, sendo que todos envolvidos responderão em inquérito policial pelos crimes de furto e/ou receptação.

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“As investigações seguem em andamento e outras pessoas identificadas ainda serão intimadas e passarão por oitivas para esclarecimento total dos fatos e responsabilização de todos os envolvidos”, disse o delegado.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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POLICIAL

Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

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O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

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Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

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Veja fotos da operação 

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