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Polícia Civil apreende cerca de 40 quilos de drogas em Tangará da Serra

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A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, na noite de segunda-feira (15.9), a Operação Bunker Buster, no município de Tangará da Serra (239 km de Cuiabá), e apreendeu cerca de 40 quilos de drogas.

O trabalho realizado pela equipe da Delegacia Especializada de Narcóticos, com apoio da 1ª Delegacia de Polícia de Tangará da Serra, resultou também na condução em flagrante de três suspeitos, entre eles um adolescente.

Foram apreendidos tabletes de maconha, pasta base e cocaína, balanças de precisão, materiais para embalagens e um veículo usado para o transporte. Os dois adultos foram autuados em flagrante por tráfico de drogas, associação para o tráfico e corrupção de menor. O adolescente foi ouvido e liberado.

O carregamento de entorpecentes foi localizado pelos policiais civis, em uma região de área de preservação permanente no Bairro Vila Alta III. Os tabletes estavam acondicionados dentro de tambores enterrados no chão.

A chácara onde a droga estava vinha sendo monitorada, e no início da noite de segunda-feira (15), a equipe realizou incursão na mata aos fundos da propriedade e localizou os entorpecentes em diferentes pontos, sendo dentro de um barril enterrado, próximo a um córrego e sob arbustos.

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Ao identificar o material ilícito, a equipe conseguiu flagrar, inicialmente, dois indivíduos que se aproximaram e retiraram um tablete azul de dentro de uma sacola.

Na ocasião, eles tentaram fugir, sem êxito. Já o terceiro envolvido também correu para dentro da mata, mas acabou preso nas dependências da chácara. No imóvel foi encontrado um veículo Honda Civic, avaliado em R$ 100 mil, e que era utilizado no transporte ilícito, além de mais um tablete de maconha aguardado em uma mochila.

Conforme o delegado de Tangará da Serra, Ivan Albuquerque Soares, a investigação integrada entre as unidades policiais representa um avanço significativo no combate ao crime organizado e ao tráfico de drogas na região.

“Essa ação inibe o crescimento da facção criminosa e demonstra a eficiência do trabalho de inteligência da nossa equipe”, destacou o delegado.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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POLICIAL

Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

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O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

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Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

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Veja fotos da operação 

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