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Polícia Civil apreende 20 quilos de entorpecentes escondidos em residência em Cáceres

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Aproximadamente 20 quilos de entorpecentes, entre maconha, pasta base e cocaína, foram apreendidos pela Polícia Civil, na tarde de sexta-feira (02.03), em ação realizada pelos policiais da 1ª Delegacia de Polícia e da Delegacia Regional de Cáceres (228 km a oeste de Cuiabá).

A apreensão integra os trabalhos da Operação Erga Omnes deflagrada pela Diretoria da Polícia Civil para combate à atuação de facções criminosas no estado de Mato Grosso.

A grande quantidade de entorpecente foi localizada em uma casa no bairro Garcês, em Cáceres. Um homem de 35 anos e uma adolescente de 17 foram autuados em flagrante por tráfico de drogas e associação para o tráfico.

As equipes de investigadores da 1ª Delegacia de Polícia e da Delegacia Regional de Cáceres realizavam uma investigação no bairro Garcês, quando por volta das 15 horas, visualizaram a jovem em atitude suspeita, com uma mochila nas costas e uma sacola nas mãos. Os policiais realizaram o acompanhamento da suspeita que se dirigiu para uma rua sem saída, onde entrou em uma residência.

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Ao se aproximarem do imóvel, os investigadores sentiram o forte odor de entorpecentes e pela porta foi possível visualizar os dois suspeitos utilizando uma balança de precisão e fazendo o embalo da droga. Diante das evidências, os policiais realizaram a abordagem dos suspeitos, constatando a atividade ilícita no local.

Em buscas no imóvel, foi encontrada uma grande quantidade de entorpecentes escondida debaixo de um colchão. Entre o material apreendido na casa estão 17 tabletes de maconha e porções menores da mesma substância, sete porções médias e uma grande de cocaína, 18 porções de pasta base, além balança de precisão, aparelhos celulares e outros apetrechos utilizados na atividade do tráfico.

Em checagem no sistema, foi verificado que a adolescente foi apreendida três dias antes, na terça-feira (27.02), em posse de três quilos de entorpecentes.

Diante das evidências, todo material ilícito foi apreendido e os suspeitos conduzidos à Delegacia de Cáceres, onde após ser interrogado, o suspeito maior de idade foi autuado em flagrante por tráfico de drogas, associação para o tráfico e corrupção de menores. A adolescente responderá pelo ato infracional de tráfico de drogas e associação para o tráfico.

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Fonte: Policia Civil MT – MT

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Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

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O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

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Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

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Veja fotos da operação 

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