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PM recupera veículo roubado e prende quadrilha por roubo e receptação em Rondonópolis

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Policiais militares do 5º Batalhão prenderam um homem e uma mulher e apreenderam dois adolescentes por roubo e receptação, na noite desta segunda-feira (21.11), em Rondonópolis. Na ação, um veículo Ônix prata foi recuperado e devolvido para a sua proprietária.

Conforme o boletim de ocorrência, a equipe do 5º BPM foi acionada por volta de 22h50, para uma situação de roubo de veículo. No local, a vítima relatou que estava saindo de seu serviço e, ao entrar no carro, foi rendida por três homens, que a obrigaram a deitar no chão, fugindo na sequência.

Ainda de acordo com a vítima, o seu celular também estava dentro do veículo, sendo possível, com a ajuda dos policiais militares, fazer o rastreamento do aparelho. A localização indicada mostrou uma residência no bairro Boa Esperança, para onde a PM se deslocou.

Foi realizado contato com uma moradora da casa, que autorizou a entrada da PM no imóvel. Perguntada sobre o crime, a suspeita disse que seu irmão e outros dois menores teriam deixado o carro dentro da casa e fugido para outro lugar. 

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Os policiais militares iniciaram diligências pela região e encontraram os três suspeitos juntos. Durante abordagem, nada de ilícito foi encontrado com o trio. Ao serem questionados, confirmaram os fatos e disseram que teriam jogado a chave do veículo em uma caçamba de lixo ao visualizarem a viatura policial.

De posse da informação, a chave do carro foi encontrada e os três homens e a mulher receberam voz de prisão. Eles foram encaminhados para a Delegacia de Rondonópolis, para registro do boletim de ocorrência e demais providências. No local, a vítima do roubo reconheceu os suspeitos e fez a recuperação do veículo.

Disque-denúncia  

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190, ou disque-denúncia 0800.065.3939.

Fonte: PM MT

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POLICIAL

Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

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O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

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Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

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Veja fotos da operação 

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