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PM prende quatro pessoas e impede furto a banco em Nova Mutum

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Policiais militares da Força Tática frustraram uma tentativa de furto a uma agência bancária e prenderam três homens e uma mulher, com idades entre 21 e 26 anos, na madrugada deste domingo (01.05), em Nova Mutum. Com os suspeitos, a PM apreendeu os equipamentos que estavam sendo utilizados no crime.

Por volta de 02h15, as equipes da Força Tática estavam em rondas pela região central quando receberam denúncias via 190 que informavam sobre suspeitos andando pelo telhado de um banco. Ao mesmo tempo, outra equipe abordou um veículo Ônix azul, que estava com a placa tampada por um papel metálico. 

Em vistoria, foi constatado se tratar de um carro que fazia corridas por aplicativo com dois ocupantes, um homem e uma mulher. Na busca veicular, os policiais encontraram alguns materiais comumente utilizados para corte de cofres de agências bancárias. 

Questionado, o motorista do carro disse que tinha deixado outros dois suspeitos no banco, e que eles afirmaram que iriam tentar invadir o cofre do estabelecimento. Diante da situação, a dupla de passageiros foi detida pela equipe que realizou a abordagem.

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Mais equipes da PM foram acionadas e realizaram cerco à agência bancária. Os policiais entraram no local e encontraram os dois suspeitos no telhado, junto com outros materiais utilizados para corte. Os criminosos foram abordados e receberam voz de prisão em flagrante pela tentativa de furto.

Diante dos fatos, os dois suspeitos que estavam no veículo Ônix e a dupla encontrada no telhado da agência bancária foram levados para a delegacia da cidade, junto com todo o material apreendido, para registro da ocorrência e demais providências cabíveis.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190, ou disque-denúncia 0800.065.3939.

 
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POLICIAL

Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

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O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

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Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

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Veja fotos da operação 

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