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PM prende cinco pessoas com arma de fogo e porções de drogas em Barra do Bugres

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Policiais militares de Barra do Bugres prenderam três mulheres e dois homens por associação para tráfico de drogas e porte ilegal de arma, no final da tarde desta segunda-feira (18.08). Com a quadrilha, a PM apreendeu um revólver calibre .32, munições, dois tabletes e porções de substância análoga a maconha.

A equipe da 12ª Cia de PM iniciou diligências na cidade após receber denúncia sobre uma quadrilha de integrantes de uma organização criminosa que estariam comercializando drogas, na cidade de Barra do Bugres. A denúncia também dizia que o líder da quadrilha residia no bairro Barra Bonita e vendia as drogas com sua esposa e sua avó.

Na região informada, os policiais flagraram dois homens em uma motocicleta, onde o garupa estava sem capacete, sendo identificado como o suspeito denunciado pelo tráfico de drogas.

Os policiais se aproximaram para abordagem, momento em que o suspeito na garupa saltou da motocicleta e tentou fugir, sendo detido rapidamente. O piloto do veículo também foi abordado pela PM. Em revista aos homens, os militares encontraram algumas porções de maconha e também um revólver calibre .32, com o suspeito que tentou fugir.

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O suspeito assumiu fazer parte de uma quadrilha e afirmou que em sua residência e na casa de sua avó havia mais quantidades de drogas que seriam vendidas por eles. No primeiro local, os policiais encontraram duas mulheres, sendo uma a esposa do suspeito, que prontamente entregaram uma bolsa contendo um tablete e porções de maconha, além da quantia de R$ 100,00 em dinheiro.

No segundo endereço informado pelo homem, os policiais foram recebidos pela suspeita idosa, que revelou ter participação no tráfico de drogas e entregou uma porção grande de maconha com cerca de um quilo.

Diante da situação, todos os cinco suspeitos receberam voz de prisão e foram encaminhados para a Delegacia de Barra do Bugres, para registro da ocorrência, ficando à disposição da Polícia Judiciária Civil.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190, ou disque-denúncia 0800.065.3939.

Fonte: PM MT – MT

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POLICIAL

Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

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O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

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Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

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Veja fotos da operação 

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