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PM flagra quadrilha e frustra plano de furto à agência bancária em Matupá

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Policiais militares prenderam dois homens e frustraram um furto a banco, na madrugada deste sábado (26), em Matupá. Os suspeitos confessaram que vieram de Sinop para praticar o crime no município. Um revólver calibre 38, uma pistola PT58 e diversas ferramentas foram apreendidas na residência dos suspeitos. 

De acordo com o boletim de ocorrência, a equipe de Força Tática durante patrulhamento pelo bairro Cidade Alta se deparou com cinco homens em atitude suspeita. Ao perceberem a presença da PM, quatro dos indivíduos fugiram em uma área de mata e um deles permaneceu parado em frente a uma residência e foi abordado pelos militares. 

Na residência, os policiais encontraram inúmeras ferramentas como martelete, manta térmica, policorte, discos, tesoura, chave de fenda, dentre outros utensílios. O homem abordado relatou que as ferramentas seriam utilizadas para praticar um furto a uma agência bancária no munícipio.  

Enquanto o material era apreendido, outras equipes policiais fizeram diligência na área de mata em busca dos quatro homens que fugiram da abordagem da PM. Durante essas ações, os policiais se depararam com dois suspeitos armados que atentaram contra polícia por meio disparos de armas de fogo ocasionando um confronto. Dois dos suspeitos foram baleados e encaminhados ao Hospital Municipal, mas não resistiram aos ferimentos e vieram a óbito na unidade de saúde.

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Durante varredura no terreno, policiais da Força Tática capturaram um dos suspeitos que estava escondido na vegetação. Os dois homens presos confessaram que vieram da cidade de Sinop à mando de um detento recluso na Penitenciária Mata Grande para fazer o furto ao banco. A PM verificou que os suspeitos presos possuem passagens criminais como furto a agência bancária e tráfico ilícito de drogas. A dupla foi conduzida para Delegacia de Matupá. 

Fonte: PM MT

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POLICIAL

Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

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O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

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Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

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Veja fotos da operação 

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