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PM e PRF apreendem caminhonete com placas adulteradas e prendem homem em Rondonópolis

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Equipes da Companhia de Rondas e Ações Intensivas Ostensivas (Raio) e Polícia Rodoviária Federal (PRF) apreenderam uma caminhonete com placas adulteradas, na tarde desta segunda-feira (16.6), em Rondonópolis. Na ação, um homem de 30 anos foi preso e porções de maconha e R$ 2 mil em dinheiro foram apreendidas.

Durante patrulhamento pela Operação Tolerância Zero, as equipes do Raio receberam informações da PRF sobre uma caminhonete Hilux preta com adulterações. Segundo a denúncia, o veículo estaria transitando pelas principais avenidas da cidade.

Os militares iniciaram patrulhamento e localizaram o veículo, ocupado por duas pessoas. Na abordagem a um dos homens, que estava como condutor do automóvel, a PM localizou três porções de drogas e a quantia em dinheiro.

Já na verificação ao carro, os policiais constataram que as placas da caminhonete estavam adulteradas e que a placa oficial registrada no chassi do veículo não seria a mesma que estava à mostra.

Questionado sobre o fato, o suspeito revelou possuir um outro carro com as mesmas características e placas informadas no chassi. Ele não soube explicar o motivo da Hilux estar com aquelas placas ilegais.

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Diante da situação, ele recebeu voz de prisão e foi conduzido até a delegacia da cidade, com o veículo apreendido, para registro da ocorrência e demais procedimentos. O segundo homem, que estava como passageiro, foi liberado após não ser identificado fazer parte dos crimes.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

Fonte: PM MT – MT

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POLICIAL

Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

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O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

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Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

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Veja fotos da operação 

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