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Pai é preso em Cáceres pela Polícia Civil por estupro da filha deficiente

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Um pai suspeito de estupro de vulnerável em Cáceres, região oeste do estado, foi preso na quinta-feira (09.06), pela Polícia Civil, pela Delegacia Especializada de Defesa da Mulher, Criança e Idoso (DEDM) do município. Os abusos foram cometidos de forma reiterada.

O suspeito de 45 anos foi autuado em flagrante por estupro de vulnerável, contra sua filha, de 19 anos, que tem deficiência mental.

Na manhã de quinta-feira (09), a vítima, estudante da Escola Associação de Pais e Amigos Excepcionais (APAE), foi encaminhada até a DEDM depois de relatar a um professor os abusos sexuais cometidos pelo próprio pai.

Durante a oitiva, assistida e acompanhada de uma psicóloga, a vítima narrou que toda vez que sua madrasta saía de casa, o pai praticava relações sexuais com ela e a ameaçava de bater e que não deixaria a filha ir para a escola caso o denunciasse.

A jovem também acrescentou que o pai praticava os abusos sexuais desde que ela era menor de idade, quando ela era levada à força para o quarto onde o pai a estupra.

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Conforme a delegada Paula Gomes Araújo, diante dos fatos gravíssimos apresentados, a  vítima foi encaminhada para realizar o exame de corpo delito, que constatou a violência sexual.

Em diligências, policiais civis localizaram o suspeito que foi conduzido até a delegacia, interrogado e autuado em flagrante delito, sendo encaminhado para audiência de custódia da Justiça.

A delegada representou pela conversão do flagrante em prisão preventiva. As investigações continuam para apurar se a outra filha do suspeito, de 12 anos e com deficiência mental, também sofreu abusos.  

Fonte: PJC MT

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POLICIAL

Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

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O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

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Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

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Veja fotos da operação 

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